domingo, 15 de abril de 2012
Aquele que se foi...
Seus olhos, seu olhar, seu beijo, seu cabelo, seu toque, o jeito que você me abraçava, quando cantarolava canções que me faziam rir, tempos escutando tua voz pelo telefone... Nesse momento revivo todas essas lembranças com lágrimas deslizando sobre a face que um dia você acariciou. Olha só o que tudo isso me causou. Mais uma vez que não deu certo, talvez seja errado contar como 'mais uma', afinal quando lidamos com pessoas consideramos suas subjetividades, então sempre é diferente e especial. Pois bem. Nada como viver o luto e seguir adiante. Luto nesse sentido é o da perda. Mas, perda? O que perdi? Se nem ao menos havia conquistado? (É nesse aspecto que amo o uso da linguagem.) Luto, então, no sentido de que investi uma tamanha energia sobre algo que não aceitava uma dialética, uma troca, um amor. É isso... A vida é uma, os motivos para aproveitá-la são muitos. Assim, vou cantando e dançando até o fim. Ao som de The one that got away - da Katy Perry - é que finalizo essas poucas palavras para dizer que tudo vai dar certo.
sábado, 3 de março de 2012
Elementos de composição da felicidade
Tão memoráveis aquelas ocasiões em que um aperto de mão me faziam produzir uma série de sensações maravilhosas e indescritíveis. Sem dizer quando certos sorrisos, aqueles genuínos mesmo, traziam consigo uma mar de prazerosa satisfação. Assim como alguns olhares me faziam regojizar por horas. Também é válido lembrar daqueles raros abraços bem apertados me que proporcionavam paz, quietude e contentamento. Ao som de um som divino, eu ensaio exprimir a falta do que tudo isso tudo me faz. Sou livre para tê-los de novo, mas, como me permitir a abrir os olhos diante de tanto medo?
Mas que medo? De ser feliz?
Dessa forma, suplico, mais uma vez, por coragem.
;*,
B
Mas que medo? De ser feliz?
Dessa forma, suplico, mais uma vez, por coragem.
;*,
B
Entre sorrisos e rotinas
Já não é mais tempo de resistir às boas emoções, então,
É simples transformar lágrimas de dor em sorrisos patéticos.
Essa sensação formidável se equipara a sinfonia nº 40 de Mozart.
Chegou a vez de se deixar levar pelas boas energias,
Iluminando, assim, essa era das trevas.
O que faz o mundo se tornar mais habitável do que o amor?
Amor à vida é tornar cada dia uma aventura diferente.
Transformar os elementos que compõe a rotina num prazer sublime.
<3,
B.
É simples transformar lágrimas de dor em sorrisos patéticos.
Essa sensação formidável se equipara a sinfonia nº 40 de Mozart.
Chegou a vez de se deixar levar pelas boas energias,
Iluminando, assim, essa era das trevas.
O que faz o mundo se tornar mais habitável do que o amor?
Amor à vida é tornar cada dia uma aventura diferente.
Transformar os elementos que compõe a rotina num prazer sublime.
<3,
B.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Motivações
Sempre é tempo de mudança, já estamos super carecas de saber disso. Mas, apenas dizer isso não transforma muita coisa. Então, hora de agir! Arregaçar as mangas e ir em frente. Tem pensado no que te faz acordar todos os dias de manhã? Quero dizer, o que te motiva levantar tão cedo? Seja para ir à universidade, escola, trabalho, caminhar... Enfim. Qual o motivo mais profundo? Pois é, busco esta resposta tanto quanto alguém que concorde com esse pensamento. Talvez nunca cheguemos a uma conclusão, embora não seja o foco. Mas, viver por viver não é tão excitante assim. Desta forma, refletir sobre novas formas de viver, amar cada momento de nossas vidas, buscar o melhor do nosso dia, seja, então, uma forma mais divertida e suportável de estar no mundo.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Desabafo em um dia quente com uma pitada de IC
Ah, como é terrível não encontrar uma luz. Talvez o interruptor esteja próximo! Sinto isso, mas por enquanto vou explorar a escuridão e as intrigantes formas que surgem conforme eu me mexo. Estou me deixando levar por aquilo que aparece, e são muitas coisas! "Quand le mystère est trop impressionant, on n'ose pas désobéir", agradecido por isso Antoine! ~ Práticas saudáveis para lidar com o desespero da IC. kk
terça-feira, 26 de julho de 2011
Um castelo, dois castelos, um reino
Com efeito, seu olhar malicioso invadiu os limites da minha fantasia, e com toda essa persuasão, ao qual me tornei um escravo sem voz, sua indecência afastou as nuvens de algodão doce, ofuscou o brilho do sol, arrancou sem dó as flores do meu jardim, repudiou todas as minhas palavras de afeto, inibiu meus atos de carinho, distorceu minha representação do que é um amor puro. Mas, com todo o reflexo daquele momento e a lembrança daquele olhar, hoje eu paro, penso (e sofro). Mas, logo me deparo com uma luz, diante de toda a treva em que isso me fez chegar, que apesar de toda a consequência de uma percepção negativa da situação, acredito que devido as circunstâncias atuais (as quais sou grato), chego não a uma conclusão, mas em uma reorganização das memórias e percepção dos fatos. Se ontem eu não sentia o valor de um auto conceito positivo e de uma auto estima elevada, hoje eu posso começar a compreender. Não há sentido em abandonar meu castelo tão lindo que construi, entre trancos e barrancos, mesmo não achando ter beleza alguma. Ainda há tempo de reconstruir, ou mesmo reformá-lo, depois personalizá-lo ao meu modo, com cores excêntricas e mobílias clean com tons prateados com caixas de sons espalhadas, tocando diversas músicas. Descobrir o que me agrada, ser ativo em minha vida, me faz ver a luz do sol novamente, não mais me deixar escondido com medo de ser feliz, com vergonha de mim mesmo ou me punindo por conquistar doses de gratificação. Afinal, o que os outros dirão do meu castelo? Não sei, independente do que dirão fui eu quem o construiu. Portanto, abrirei os portões que antes o trancafiara, arrancarei as censuras dos meus sentimentos e deixarei que pessoas entrem, mas, com cautela é claro. Pois, ainda estou reformando-o, não há data para o término dessa reforma, e não estou preocupado com isso, só sei que estou permitindo ficar lindo. Sei que não poderei abrigar o mundo inteiro neste castelo, entretanto, recepcionarei meus hóspedes queridos muito bem, mostrando, do meu modo, o valor do meu castelo, (seja em que linguagem e idioma for, risos). Sinto um clima agradável para um piquenique com os amigos que frequentam esse castelo, farei a mais linda apresentação de dança como re-inauguração. Logo chegará o inverno, a estação mais linda que há, em que a neve cairá sobre todo o castelo, deixando-o todo branco com um aspecto mais aconchegante. A vida disse que nem sempre o sol brilhará sobre o meu castelo, concordo. Entretanto, se a luz do sol não está mais lá, depois de um tempo pode vir o brilho da lua, tão lindo quanto o sol, para iluminar meus caminhos e fazer da minha vida mais alegre. Seja em que época for, em breve chegará um habitante novo (ou mesmo já conhecido) que se mudará para as redondezas do meu castelo, apresentarei a vizinhança e orgulhosamente meu castelo, onde também explorarei seu castelo. Possivelmente, um dia, quando ambos os castelos estiverem sólidos o suficiente (não tão rígidos assim), iremos juntos construir um só castelo e viveremos felizes para sempre.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Breves dizeres sobre a dança I
A arte é nada menos que a expressão mais próxima do real de si mesmo. Nesse mesmo discurso afirmo que a dança mostra, através de um instrumento tão elaborado e rico em detalhes, o reflexo do conteúdo interno de uma pessoa. Expõe, de forma corporal, sentimentos que nem mesmo podem ser explicados. É tão subjetivo cada movimento realizado que posso associar com uma obra de arte, não precisa e não deve ser explicado, mas sim sentido. Nem sempre percebemos certas situações, mas as sentimos dentro de nós, de alguma forma.
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