Tão memoráveis aquelas ocasiões em que um aperto de mão me faziam produzir uma série de sensações maravilhosas e indescritíveis. Sem dizer quando certos sorrisos, aqueles genuínos mesmo, traziam consigo uma mar de prazerosa satisfação. Assim como alguns olhares me faziam regojizar por horas. Também é válido lembrar daqueles raros abraços bem apertados me que proporcionavam paz, quietude e contentamento. Ao som de um som divino, eu ensaio exprimir a falta do que tudo isso tudo me faz. Sou livre para tê-los de novo, mas, como me permitir a abrir os olhos diante de tanto medo?
Mas que medo? De ser feliz?
Dessa forma, suplico, mais uma vez, por coragem.
;*,
B
Temos medo da felicidade né, estranho isso... Talvez porque a felicidade está muitas vezes ligada à incerteza que pode nos levar ao sofrimento, mas existe a certeza de que se não tentarmos ficaremos infelizes mesmo. O que vale mais, a incerteza ou a certeza?
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